sexta-feira, 29 de abril de 2016

Dia 04/05, Palestra de Pilar Tetilla Manzano Borba

Dia 04/05, próxima quarta, Pilar Tetilla Manzano Borba compartilha mais uma vez seus conhecimentos em palestra aberta ao público no Espaço Livre EcoAra.

As vagas são limitadas.


"A Educação da Vontade na Criança Pequena"
Onde: Espaço Livre EcoAra, Alameda Itahim, Joapiranga, Valinhos.
Hora: 18:45 às 20:45
Contribuição: R$25,00
Incrições: (19) 98714-5911



sábado, 9 de abril de 2016

Receita do Cookies de Chocolate da Zel


(rende 12 cookies médios ou muitos mais se forem pequenos)

Ingredientes:
3/4 de xícara de farinha branca
1/4 de xícara de cacau em pó (quanto mais puro melhor, sem açúcar)
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/4 de colher de chá de sal
1/2 xícara (100g) de manteiga sem sal, temperatura ambiente
1/2 xícara de açúcar
2 colheres de sopa bem cheias de aveia em flocos finos
1/4 de xícara de gotas de chocolate meio-amargo


Modo de Preparo:
você vai precisar de forma grande para assar, papel manteiga (ou unte a forma), batedeira (opcional)
modo de fazer:
pré-aqueça o forno a 180C (baixo). coloque o papel manteiga na forma, ou unte, e reserve.
peneire a farinha, bicarbonato, cacau e sal numa vasilha. bata a manteiga até que esteja bem clara e fofinha, e então adicione o açúcar, até misturar bem. junte então a mistura dos “secos”, até formar uma farofa grossa.
à mão, adicione a aveia e as gotas de chocolate.
dependendo da temperatura, a massa pode ficar mais grudenta (calor) ou farinhenta (frio), pois a manteiga é que dá a consistência. se ficar farinhenta, misture com as mãos até a massa dar liga.
faça bolinhas com a massa (colher de café para cookies pequenos, chá para médios e sopa para grandes), coloque na forma com papel/untada e achate um pouquinho a bolinha. deixe espaço entre eles — vão derreter um pouco e espalhar quando assados.
asse a 180C até que eles comecem a mostrar aspecto de rachados — 10min para os pequenos e até 15 ou 20min para os grandes. não deixe além de 20min, ou ele vai queimar. quando tirar do forno, ele vai estar meio molinho, deixe esfriar na assadeira por alguns minutos antes de tirar.


sexta-feira, 11 de março de 2016

Palestra com Pilar Tetilla Manzano Borba

Terça-feira, dia 15 de março, às 18:45, Pilar Tetilla Manzano Borba fará uma palestra sobre "Imitação e Fantasia na Infância" no Espaço Livre EcoAra.

A palestra é aberta a todos os interessados, mas as vagas são limitadas. A contribuição é de 25 reais.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Portas Abertas - 07/11

Dia 7 de novembro, às 9hs da manhã, acontece o no Portas Abertas. Evento aberto à comunidade, em especial àqueles que querem conhecer o Espaço Livre EcoAra e também um pouco mais da Pedagogia Waldorf.

Nesta edição, contaremos com a participação do Professor Valdemar Setzer, com a palestra "O Impacto dos Meios Eletrônicos na Educação: O Que Fazer em Casa e na Escola?". Valdemar Setzer é Professor Titular do Departamento de Ciência da Computação da USP, autor de 12 livros publicados no Brasil e no Exterior, dentre eles "Meios Eletrônicos na Educação: uma Visão Alternativa" pela Editora Escrituras.

Teremos também recreação para as crianças, piquenique para as famílias visitantes e uma Feirinha Orgânica.

domingo, 21 de junho de 2015

A Festa da Lanterna

Texto escrito por Sônia Maria Ruella (revisitado e adaptado por Maria de Fátima Cardoso)

A Festa da Lanterna é uma festa de origem européia. Lá, é comemorada no dia 11 de Novembro, dia de São Martinho. Foi introduzida no Brasil pela primeira Escola Waldorf de São Paulo, para o Jardim da Infância, na época de São João.

No hemisfério Sul, em Junho, estamos entrando no Inverno. Portanto, podemos dizer que essa é uma festa que prepara para a chegada do inverno, época que percebemos uma grande inspiração da terra, uma aquietação da natureza. O clima fica mais frio, a noite chega mais cedo, tudo favorece uma atitude de recolhimento e interiorização, de uma busca para dentro de nós mesmos, da luz que vive no nosso interior.

Em toda chegada de uma nova estação, buscamos direcionar novas atividades e assumir uma postura coerente com as qualidades que a época inspira. Imbuídos de sentimentos verdadeiros tornamos quase que tradutores dessas qualidades que a natureza emana.

Quanto menores as crianças, mais sutis serão nossos gestos, mais plenos de imagens serão os conteúdos trabalhados no dia a dia. O professor de Educação Infantil pode ser um grande poeta que utiliza intensamente as figuras de linguagem a favor das crianças, metaforizando aquilo que os pequenos só podem apreender (e aprender) pelas imagens.

Precisamos cuidar para que a cada época, a cada celebração possamos despertar aquilo que já está impregnado na alma humana e precisa, aos poucos, ser “acordado”.

Esse despertar é um processo natural da criança resultando num desenvolvimento individual, à medida que, repetidamente, povoamos de imagens seus corações. A celebração das festas anuais são ótimos recursos de que nos valemos para possibilitar aos pequenos essas vivências que lhes alimentam a alma proporcionando sentimentos de alegria, amor, coragem, confiança e segurança diante do mundo.

A festa é preparada por integrantes da escola, inclusive pais e amigos. As crianças presenciam e participam com muito entusiasmo a alegria da confecção das lanternas, aprender músicas e escutam pequenas estórias e poesias relacionadas ao tema.

Os professores contem e podem até presentear as crianças com um lindo teatro da história “A menina da Lanterna”, cujas imagens mostram o caminho individual do homem em busca de luz interior. Os personagens do texto nos revelam âmbitos do ser humano que necessitem ser dominados, transformados e renovados. Lembremos que o fogo, desde os tempos mais remotos, é o elemento da natureza mais usado por todos os povos para simbolizar a transformação.

Durante a festa as crianças carregam suas lanternas passeando pelas áreas abertas da escola simbolizando essa luz interior: o fogo divino e transformador que todo o ser humano tem dentro de si, Trilhar esse caminho é uma prova de coragem, e a lanterna acessa é um estímulo que pode ajudar os pequeninos. Caminhando juntos, todos cantam canções folclóricas que nos falam sobre o homem, sobre a natureza, sobre o céu e a Terra e suas relações.

É dever tarefa dos adultos, pais e professores, vivenciar a Festa da Lanterna com plena consciência trazendo as crianças, com veneração, os sentimentos belos, bons e verdadeiros pertinentes a essa época do ano.




segunda-feira, 25 de maio de 2015

Portas Abertas Maio/2015


Não se esqueça, dia 30 de maio acontece o nosso Portas Abertas.

Venha passar uma manhã com a família, aprender um pouco sobre a pedagogia Waldorf e conhecer o nosso espaço.



Pentecostes

Resultado do trabalho feito pelas famílias
Texto de Elizabeth Cerri para a época de Pentecostes:

Inspirados, agora, nesta época de Pentecostes, podemos, como iniciativa, exercitar o interesse pelo outro. Há muitas formas de termos interesse genuíno pelo outro e uma delas certamente pode se tornar nosso conhecimento acessível ao outro através da fala. Isso quer dizer que não se trata de somente transmitir um conhecimento, mas buscar um falar que possa tornar esse conhecimento uma luz para quem ouve.

Numa escola Waldorf podemos dizer que tornar o conhecimento acessível por uma fala clara, adequada, pode se tornar uma forma de falar curativa, pois através do que se fala se disponibiliza ao outro conhecimentos que esclarecem, que podem ser reconhecidos como verdades, que provocam mudanças, que mobilizam. Evidentemente, isso não é muito simples, exige de quem fala que todo o saber que transmite não seja apenas expressão do pensar, mas algo que flui através da alma. Na sala de aula Waldorf o professor claramente pode perceber que aquilo que realmente passa pela sua alma é o que faz sentido para a criança e é o que mais prazerosamente ela apreende. Especialmente no segundo setênio, o professor Waldorf fala por imagens, mas essas imagens tem que ser vividas em sua alma como verdades e assim ele as transmite de sua alma para a alma da criança. Isso torna o ensino vivo. 

Quando se fala de modo a tornar o conhecimento acessível ao outro também se dá a ele a oportunidade de realizar uma busca espontânea pelo aprofundamento no conteúdo do que foi falado e se enriquecer. Muitas vezes, conflitos de ideias são criados porque cada um mantém seu conhecimento sob véus, outras vezes, manter o conhecimento inacessível é a forma encontrada para se “empoderar”. Durante muito tempo as escolas Waldorf carregaram o estigma de escolas dogmáticas e isso muito provavelmente deve ter ocorrido porque a linguagem “antroposófica”, que é de grande complexidade se comparada à linguagem cotidiana, não foi tornada acessível, ainda mais considerando-se que o conteúdo antroposófico é complexo para uma época em que gerações foram educadas sob visões materialistas. Dessa forma, se verdadeiramente queremos que a força do amor pentecostal permeie a humanidade, precisamos começar por nós, ter a iniciativa de amorosamente tornar acessível ao outro o conhecimento como possibilidade de desenvolvimento. Não se trata de simplificar ideias, mas de torná-las compreensíveis, digeríveis, de maneira que o conhecimento compartilhado possa realmente trazer a liberdade no campo espiritual.